Noticias Mentallux

02/02/2010

Como fazer uma relação funcionar: Não lhe chame relação!

Filed under: relacionamentos — Etiquetas:, , , , , , , , , , — mentallux @ 9:50 pm

Kim Eng é alguém que procura o conhecimento, e agora, uma professora, que se tornou parceira íntima de Eckhart Tolle. Como é que este poderoso casal de iluminação transcendeu as divergências que sabotam o romance?
Eng respondeu a essa questão enquanto conduziu uma entrevista com o seu famoso companheiro sobre as lições do seu relacionamento. O diálogo é surpreendente pela sua coragem e clareza, e oferece uma visão rara do seu mundo privado.

Ler entrevista

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01/26/2010

Workshop de EFT

Workshop de EFT no Porto por Ângela Vieira

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Inteligência Emocional nos Relacionamentos

O primeiro workshop de Mudança Criativa em Lisboa

Mais informações

09/30/2009

FAÇA UM UPGRADE À SUA VIDA

FAÇA UM UPGRADE À SUA VIDA no Porto

A sua vida pode mudar, mas você tem de dar o primeiro passo!
Aprenda mudar a sua vida em 15 passos.

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05/22/2009

O menor oferecimento que voce pode dar

Citação Abraham – O menor oferecimento

E você não pode oferecer a ninguém algo que seja menos vantajoso para eles do que os ver como eles se sentem e como eles estão tentando fazer com que você os veja.

As pessoas argumentam suas limitações o tempo todo. Elas dizem “isso não está bem” e você tenta animá-las e, quanto mais você tenta animá-las, mais elas tentam lhe convencer de que você não deveria estar tentando animá-las.

E a tentativa não deliberada delas em tentar arrastar você para o abismo é tudo o que elas sabem fazer agora. E se você for lá, você deixará seu Ser Interior para trás.

E então você estará lá, chafurdando no desconforto com ela e, então, você fica ressentido com elas, porque você se sentia melhor antes de tentar ajudá-las.

Assim, você finalmente entende que não pode ajudar ninguém até que esteja se sentindo bem.

E, oh, eis o brilhantismo! Quando você está se sentindo realmente bem e elas estão se sentindo realmente mal, você pode não ser o indicado para ajudá-las. Porque as suas vibrações estão bem diferentes.

Então, você apenas se mantém olhando-as conforme as vê e sabe que alguém ao longo do caminho, alguém que se sente um pouco melhor do que elas, as guiará um pouco; e, então, alguém que se sente um pouco melhor que elas os guiarão; e, então, alguém que se sente um pouquinho melhor agora as guiarão…

Aí, logo, elas estarão numa vibração proxima à sua e então você sentirá a exaltação com elas!

[Abraham]

Do seminário em San Antonio/USA em 21/Abr/2007
Enviado para AbeQuotes em 05/Jun/2007
(the least advantageous offering )
Tradução: Luciene Lima, Sao Paulo, SP, Brasil

Publicado em Lei da Atracção

05/19/2009

O Trabalho

Filed under: Coaching — Etiquetas:, , , , , — mentallux @ 11:31 am

Questionar todos os nossos pensamentos, todas as verdades interiores que temos como certas é um dos passos imprescindíveis para abraçar a liberdade na plenitude.
Podemos tentar encontrar novas verdades, substituir pensamentos, alterar atitudes, mas até encontrarmos dentro de nós um lugar onde tudo isso não significa nada, onde apenas existe amor e tudo aquilo que vivemos é apenas para expressar esse amor, a paz interior pode não ser plena e completa.
É verdade que o nosso pensamento é a origem de tudo o que vemos, experimentamos e vivemos. O poder do nosso pensamento é deixado de lado em muitas culturas, é completamente ignorado noutras, mas estamos a chegar a um ponto onde a sua importância está a ser reclamada, onde o poder do ser humano está a ser recuperado na lembrança de quem somos e das ferramentas que temos para expressar este amor e energia divina.
Uma das formas de questionar os nossos pensamentos que é útil e bastante profunda é o “TheWork” de Byron Katie .

*GUIA PARA FACILITAR
O TRABALHO DE BYRON KATIE
As quatro perguntas, sub-perguntas e inversões

Use as quatro perguntas e sub-perguntas seguintes quando forem apropriadas, com o conceito que você está trabalhando. Enquanto está respondendo as perguntas feche seus olhos, acalmese, aprofunde-se enquanto contempla. O Trabalho pára de funcionar no momento em que você pára de responder as perguntas.

1. Isso é verdade?
– A resposta é um “sim” ou um “não”.
– Se a resposta é não, vá para a pergunta #3.

2. Você pode saber com absoluta certeza que é verdade?
Ainda que a resposta seja “sim”, por
gentileza, vá para a pergunta #3.

3. Como você reage, o que acontece, quando você acredita nesse pensamento?
– Descreva o que acontece no seu corpo quando você acredita nesse pensamento.
– Descreva quanto do seu corpo fica dominado por esses sentimentos.
– Esse pensamento traz estresse ou paz para sua vida?
– Como você trata esta pessoa, você mesmo(a) e outros quando você acredita nesse pensamento?
– Quais vícios/obsessões começam a se manifestar quando você tem esses pensamentos? (Você recorre ao álcool, ao cartão de crédito, à comida, ao controle remoto da TV quando tem este pensamento?)
– Para onde viaja sua mente (passado e/ou futuro) quando você acredita nesse pensamento? Descreva as imagens.
– No assunto de quem você está, quando tem esse pensamento?
– O que você ganha quando se apega a essa crença? Descreva a dor, se houver.
– Te amedronta pensar no que poderia acontecer se você não acreditasse mais nesse pensamento? (Mais tarde investigue essa lista de temores.)
– Onde e quando este sentimento te ocorreu pela primeira vez?

4. Quem você seria sem este pensamento?
– Feche seus olhos. Descreva a vida sem este pensamento.
– Quem você seria sem a sua história?
– Deixe sua história de lado por um momento e descreva o que você vê.

Faça a inversão do pensamento.
As afirmações podem ser invertidas para você mesmo(a), para o/a outro(a), para o oposto e, às vezes, com outras variações. Quando se trata de um objecto, você pode substituir o objecto por ”minha maneira de pensar” ou “meus pensamentos”, sempre que você sentir que é apropriado. Encontre, pelo menos, três exemplos genuínos na sua vida em que a inversão seja tão ou mais verdadeira que a afirmação original.

Você vê algumas outras inversões que sejam tão ou mais verdadeiras?*

*Este guia é fornecido no site The Work.

Como é que podemos usar este “trabalho”?
O trabalho é para ser usado em características de outras pessoas ou do mundo que nos incomodem, em crenças pessoais, em pensamentos que temos sobre os outros e o mundo.
Muitas vezes, aliás, normalmente, vivemos incomodados com o mundo à nossa volta, temos sempre algo que não aceitamos, que não gostamos, que nos irrita e deixa mal dispostos.
Com o The Work podemos aprender a aceitar a nossa realidade como ela é e a compreender a um nível muito profundo o porquê de atrairmos pessoas e situações para a nossa vida. A inversão final faz-nos deparar com o nosso lado “sombra”, aquele lado completamente natural e normal que não gostamos de aceitar e admitir.
É nesta última parte que compreendemos que o mundo que experienciamos é apenas um reflexo do nosso mundo interior, um reflexo directo das nossas crenças e pensamentos.

Um caminho surpreendente para começarmos a encontrar um equilíbrio nos relacionamentos pessoais e no nosso relacionamento com o mundo!

Texto de Ângela Vieira

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